Refeições psicológicas
Não são refeições etéreas, nem sem substância.
Muito pelo contrário, para além de serem refeições preparadas pela psicóloga, têm ingredientes reais, temperos reais e são confecionadas com todo aparato psicológico do momento.
Cada dia cozinha-se um tema diferente.
Hoje foram lombinhos de salmão ao vapor, envolvidos num dia bem agitado de exames, com sopinha, acabada de fazer, de couve coração.


A sopa muito reconfortante inicia a refeição, que se degusta lentamente apreciando cada porção, cheia de sabor e nutrientes que nos permitirão alimentar o corpo e a alma.
Diz-me como comes e dir-te-ei quem és. A frase é de Jean Anthelme Brillat-Savarin e foi publicada em dezembro de 1825, no livro Fisiologia do Gosto.
Brillat-Savarin foi dos primeiros a classificar a Gastronomia como uma ciência e, na última década, tem sido enorme a influência das suas descobertas científicas na alteração do conceito de dieta perfeita e mais saudável.
Proponho-me a juntar a Ciência Gastronómica à Ciência Psicológica e criar uma receita que resulte na fusão das duas ciências, a cada refeição.
Proponho-me a ir mais longe e a fazer terapia familiar à volta da confeção dos alimentos e sua apreciação à mesa.
A psicóloga vai a vossa casa confecionar a vossa refeição.
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