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A mostrar mensagens de fevereiro, 2021

A Fé conquista-se

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O que é a fé? É aquele sentimento que nos dá força, que não nos deixa desistir, que nos impulsiona para uma boa ação, ainda que de difícil concretização. É um calor no peito e um acreditar que não estamos sozinhos, que há algo mais por debaixo desta pele e, que tendo fé, podemos sentir uma força sobrenatural, que não conheciamos em nós mas, que surpreendentemente, se revela nos momentos de maior provação. A fé treina-se e conquista-se, ela representa o mistério que é a vida, a parte da nossa vida, mente, corpo, que não se consegue explicar cientificamente, nem historicamente. A fé representa o infinito do universo e a nossa posição nesse infinito universo. Seremos apenas um conjunto de matéria com vida ou algo mais, pertença de um todo superior a nós que nos anima, anima de dar alma, energia, ação. A fé treina-se e melhora-se cada dia em que tentamos ir mais longe, superar os nossos limites, físicos, emocionais, intelectuais. Acreditar que conseguimos é um passo, fazer por isso é o pas...

Entre fevereiro e março

Hoje é o último dia do mês de fevereiro, o primeiro da semana que nos trás março, marçagão com manhã de inverno e tarde de verão. E qual é a nossa grande ideia para a semana que agora começa? Que desafios, que projetos, que aventuras, que aprendizagens, que tempos de descanso queremos ter? Com que intenções para a nossa vida partimos para esta nova semana de um novo mês?

É fim de semana!

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São dois dias que se querem diferentes, que devem quebrar a rotina da semana, que devem possibilitar experiências e sensações, sentimentos e emoções diferentes dos habituais. São dois dias para sairmos da caixa, rompermos com os limites dos horários semanais, sermos mais criativos, mais inventivos, mais descontraídos, mais sorridentes São dois dias para enchermos de coisas excelentes, com as quais nos sentimos bem, sem compromissos, sem amarras. São dois dias de tempo livre para amar, de todas as formas possíveis, porque amor há só um e este expressa-se de muitas maneiras, mas o que subjaz o sentimento de amor é aquele calor que se sente no peito e nos impele a uma ação direcionada no sentido do bem maior, da felicidade! São dois dias em que, se o centro da nossa ação se mudar da cabeça para o coração, serão dois dias em cheio, muito bem aproveitados. Amem-se, divirtam-se!  

Hábito de ler

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"Uma pessoa que adquiriu o hábito de ler será uma pessoa capaz de se relacionar melhor com o conhecimento, ciência e cidadania". O livro, físico, apesar de estar em desuso, é uma fonte insubstituível de prazer. É uma forma de evasão, é uma forma de meditação, é uma forma de aprendizagem, é uma forma de divertimento e é sobretudo uma forma de cultura que deve ser acarinhada, incentivada e destacada todos os dias, como um ato de higiene mental. Os livros encerram o poder de mudar uma vida e de nos tornarem pessoas melhores, ler um livro e escrever um livro são ações poderosas na mudança, na evolução! As histórias, bem contadas, transportam-nos para lugares nunca antes idos. Revelam-nos pensamentos, formas de ver, associação de ideias que nunca tínhamos experimentado e que nos fazem sentir, através da mente de outro ser humano, a imensa diversidade de formas de viver que podem existir. Atualmente existem tantos livros bons como ainda mais livros menos bons, qualquer um publica, ...

Meditar sem parar

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Existem muitas pessoas que não conseguem estar quietas dez minutos que seja. E o facto de estarem paradas, obrigadas a uma prática que supostamente as fará ficar mais tranquilas e mais focadas, não funciona, ou até poderá funcionar com o efeito oposto. Não funciona porque ao fim de dois segundos a mente já se focou em coisas mais importantes ou mais interessantes para fazer e aquele tempo de meditação parece perda de tempo. Não funciona porque existe de facto um tempo em que meditamos profundamente e naturalmente e em que a nossa mente não só descansa como também se reestabelece e se recria, que é o tempo do sono. Existem formas ativas de meditação que substituem os benefícios de uma meditação em silêncio, sossegado, concentrado apenas na respiração. Quando meditamos aquietamos a mente, mas para aquietar a mente não é necessário aquietar o corpo. Quantas vezes sentimos essa quietude a chegar numa caminhada, numa aula de cycling ou num passeio de bicicleta, numa dança no mar ou na pisci...

Nutricoaching mudança emocional e física

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É uma nova forma de equilibrar o nosso peso real com a nossa representação mental do nosso peso mais adequado, ou seja, equilibrar o peso que temos com o peso que nos faz sentir melhor. É uma forma de, tendo chegado ao tal peso, mante-lo, no difícil equilíbrio entre os velhos hábitos que nos assistem e as conquistas das boas decisões que tomamos. Decisões essas recentes, por vezes fugazes, que nos realizam no momento e que se desvanecem sem dizer adeus, deixando-nos apenas com os velhos hábitos tão bem instalados e tão (dis)funcionais. Hábitos que durante tantos e tantos anos nos fazem companhia em permanência. Nutricoaching é uma forma de tornarmos as decisões mais saudáveis, nos nossos novos/velhos hábitos. É uma forma de permitir que os velhos hábitos se desvaneçam e sejam ocupados em permanência por uma nova forma de encarar o corpo, a alimentação e a vida como um todo. Nutricoaching é sobre o que comemos, é sobre o que somos, é sobre o que sentimos. É uma forma de sacudir e livrar...

Decifrar a linguagem corporal

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Cerca de 93% da comunicação diária é não verbal . As expressões faciais, os gestos, as posturas, os movimentos corporais a modulação da voz revelam emoções ocultas, por isso, de forma inconsciente somos traídos pelo nosso corpo quando não queremos conscientemente revelar algo que transpira pela nossa comunicação não verbal. Há gestos involuntários, micro expressões , que surgem numa fração de segundo. Existem especialistas em comportamento humano que se dedicam a elencar todos os códigos corporais e a associar a esses códigos sentimentos ou emoções. Eu diria que, sendo humanos, cada um tem a sua forma de se exprimir não verbalmente e, cada um sabe o que significam alguns movimentos que involuntariamente o seu corpo produz, e ainda, reconhece naqueles que lhe são mais próximos, o movimento e a voz, que denunciam que algo se passa . Obviamente que pelo telefone ou em video chamada também se consegue perceber, não tão bem, não tão claramente, estes sinais, pelo que o desafio será estar ...

D. Beatriz de Castela segunda rainha consorte de Afonso III

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Depois do casamento atribulado com Matilde II ,as atribulações não cessaram para Afonso III que foi casar com Beatriz de Castela, talvez não por amor, mas por interesse. Esta infanta Castelhana, nascida em Sevilha era dona do Algarve e seu pai, Afonso X de Castela, que muito a amava, ainda lhe doou mais terras no Alentejo, como Mourão, Serpa e Moura que foram anexadas ao mapa de Portugal. A Afonso III e a Portugal, Beatriz deu ainda 7 infantes, 4 dos quais sobreviveram para fazer história, sendo um deles, D. Dinis, futuro herdeiro da coroa portuguesa. Beatriz viveu até aos 61 anos, casou com 11 anos. Foi mãe, pela primeira vez aos 17 anos e depois até aos 26 anos teve 7 filhos. Pelo meio, a rainha anterior Matilde II, ainda reivindicou bigamia, o Rei foi considerado pelo Papa adultero, mas no fim tudo a morte levou, vingou o casamento de D. Afonso II com D. Beatriz e os descendentes deste casamento para a continuação da dinastia portuguesa, entre os quais D. Dinis.

Felicidade caseira

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Atualmente é tudo caseiro: o pão, os bolos, as viagens, tudo se faz à volta e dentro de casa. A nossa casa é o nosso templo. Dentro dela encontramos matéria para evoluirmos, para alcançarmos um upgrade de humanidade. Cada cantinho, cada espaço merece a nossa atenção e dedicação. Uma epopeia dentro de portas que parece não ter fim, mas que, enfim, nos centra nos foca, nos arruma e nos resolve. Aproveitemos para com muita paciência, com toda a consciência, fazermos aquilo que ainda não foi feito e que sistematicamente fica para trás, com a desculpa da "falta de tempo". Agora o tempo falta porque evidentemente nós não o queremos dedicar ao assunto para o qual o tempo está a faltar, porque querendo, conseguiríamos, gerir o tempo por forma a ocupa-lo sem utilizar a desculpa da falta de tempo. E ter tempo para ser feliz em casa, significa administrar muito bem este nosso bem precioso - o tempo - como quem gere uma grande empresa - a nossa única empresa - que é a nossa vida e, ness...

Jejum de discursos negativos

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Ora aqui está um verdadeiro desafio para a quaresma, jejuar de más palavras, más atitudes, discursos negativos ou pejorativos e ainda refletir sobre o trabalho do dia, de uma forma critica e consciente no sentido da melhoria contínua. Passar o parágrafo superior para a prática é um desafio, só à altura de guerreiros do amor! Um desafio apenas ao alcance daqueles que realmente pretendem continuar a ser cada vez melhores pessoas. Como em qualquer desafio, que nos parece grande demais, para quem somos e para as nossa circunstâncias, a estratégia é dividi-lo em desafios mais pequenos, mais acessíveis, mas que todos juntos vão desaguar no desafio grande. Assim, um afluente deste grande desafio e, para ir experimentando já hoje, será reduzir, se possível eliminar, quaisquer palavras e frases que sejam uma construção negativa do que vemos, ouvimos, sentimos. E no final do dia, refletir no que aconteceu.  

Mala lúdica, caixa do tempo e baús de recordações

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São objetos muito interativos, com excelentes resultados em processos terapêuticos, de auto-conhecimento e desenvolvimento pessoal. Não precisam de ser comprados, basta serem resgatados das (in)utilidades do nosso quotidiano. Quando o fazemos, reutilizamos materiais, interagimos com os materiais e criamos memórias sensoriais. E que melhor forma haverá para crescer e desenvolver, se não a aprendizagem prática, interativa, co-construida? Transmitir conhecimentos através de experiências em vez de conhecimentos através da teoria, estes últimos que rapidamente chegam e rapidamente partem da nossa estrutura cognitiva. Para guardarmos melhor experiências, essas terão de ser consolidadas, ou seja, terão de ser aquilo que realmente são: experienciais, físicas, envolvendo todos os sentidos e toda a atenção. E, para guardarmos boas experiências, aquelas que nos trazem felicidade, então toda a atenção e todos os sentidos deverão estar focados no que é divertido, no que nos faz rir e nos faz sentir...

Distânciamento físico não é igual a isolamento social

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Até porque seria ridículo, dispondo no atual século XXI, de todas as tecnologias novas e antigas, votarmos-nos uns aos outros ao isolamento social. Só se isola, ou se mantém isolado, quem quer, ou quem prefere assim e beneficia da pandemia para reduzir os seus contactos com os outros. Mantendo o distanciamento social, o que significa aproximar-mo-nos o mínimo possível, com máscara e sem contacto físico, ou à distância, usando as tecnologias que transmitem, som e imagem, podemos socializar imenso de diversas formas e feitios e, ainda, ajudar e ser ajudados, manter-mo-nos ativos e participativos na vida em sociedade e nas nossa relações de afetividade. Podemos continuar a ter a agenda cheia de desafios e contactos com os outros, podemos preencher tanto os nossos dias participando em mil e uma ideias e oportunidades. Estes dias inéditos atraem soluções inéditas e um pensamento "fora da caixa", se é obrigatório ficarmos em casa (algo que sempre quisemos e nunca tivemos) então dev...

Dia das Cinzas

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Primeiro dia de uma longa quaresma, uma quaresma que já se prolonga por mais de um ano. As cinzas, provêm da queima dos ramos abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior, representam a mortalidade e o arrependimento dos pecados. Inicia-se assim a quaresma, um tempo de reconversão, apela-se ao jejum, à abstinência dos vícios e hábitos que nos prejudicam, a uma mudança interior e exterior, por consequência da primeira, à caridade e à reflexão ou oração. Se aceitarmos este convite, que se funde com os ciclos da natureza e com a cultura difundida, desde há pelo menos dois milénios, possivelmente viveremos este tempo com significado, com propósito, dois adjetivos que tanta falta fazem para dar sentido, fazer a diferença, nestes dias que monotonamente se sucedem. Romper com os números que aumentam ou diminuem dia a dia, algumas centenas ou dezenas, sabemos lá nós já quantos são, de tanto serem repetidos tornam-se ocos de significado. Quantos foram os mortos hoje por covid? E quantos morre...

É Carnaval, ninguém leva a mal

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É Carnaval mas não parece. Estamos em casa, confinados. Nas ruas não passam os corsos e não se vêm serpentinas e papelinhos. A alegria ainda não chegou do local para onde se foi refugiar. Continuamos à espera do seu regresso, escondidos nas nossas casas, esperando não ser encontrados pelo vírus pandémico que por aí viaja e se propaga eficientemente e em grande velocidade. As máscaras usamos todos os dias e são obrigatórias para prevenção de contágios. Hoje, quem nos dera tirar a máscara e ir, livremente, de cara ao vento dançar um samba na rua. Com a alegria escondida, sem podermos sair e festejar, até porque não temos razões para isso, reinterpretamos o carnaval, como aliás já fizemos com a páscoa, o natal e a passagem de ano. Vamos viver o carnaval com outro sentido, o sentido de uma festa que celebra o início de uma caminhada de reconversão de velhos hábitos, inúteis ou malignos e a transformação interior no sentido de um maior conhecimento da humildade de se ser humano. Hoje festej...

Diz-me quem segues dir-te-ei quem desejas ser

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Atualmente as páginas mais consultadas, o nosso histórico de pesquisas, ajuda-nos a conhecer melhor quem somos, do que mais gostamos, o que nos interessa e nos assuntos que podemos passar horas a refletir sem quase dar pelo tempo passar. São os assuntos que nos preenchem, acalmam, conduzem a um estado de relaxamento muito próximo do Zen. Quando estamos a explorar, navegar, visitar páginas, sítios, relacionados com esses assuntos saímos literalmente do nosso espaço limitado e voamos sem limites por outros espaços. Ao alance de um toque Ficamos a saber o que nos atrai, por onde andamos, onde passamos o nosso tempo e temos meio caminho andado para nos conhecermos e sabermos o que nos faz sentir bem. Analisando estas afinidades conseguimos mais facilmente transpor para a vida real o que nos preenche, nos sacia, nos faz viver plenamente o nosso dia a dia. Quais são as tuas preferências?  

Enfrentar a Ira

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A inevitabilidade de uma zanga interior. Costuma-se ouvir "não sou santo" e a "paciência tem limites" e é isso mesmo. Devemos conhecer os limites da nossa paciência, alarga-los o máximo possível ou estreita-los o máximo possível, de acordo com a situação. O estado de espírito da zanga interior também é uma faceta de se ser humano e também se deve assumir e levar em consideração. Reprimir emoções é tão contra producente para as boas ou para as más. A questão aqui é conseguir canalizar o fluxo de emoções sem que seja uma torrente pesada demais, ou violenta de mais que se expele cá para fora, sem se ver por onde vai ou quem atinge. O desenvolvimento humano, nesta questão dos sentimentos negativos não passa por os neutralizar ou erradicar da nossa maneira de ser mas sim de os assumir e de os exprimir da melhor forma possível. Ora como se exprime a zanga interior se não subindo o tom de voz, usando palavras fortes, gesticulando, deixando cair coisas, fazendo barulho, bat...

Soluções para ideias idiotas

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Como agimos perante um problema ou dificuldade? Será um problema uma ideia idiota? Pode ser. Sempre que somos confrontados com uma dificuldade, é perfeitamente normal tentar livrar-mo-nos dela. As formas mais típicas de solução são: tentar resolver interminavelmente; ignorar ou esconder por debaixo de uma sem número de outros assuntos que nos servem de distração. Qualquer uma destas soluções faz com que a dificuldade permaneça mais consciente ou mais inconscientemente, não nos livramos dela, não a resolvemos, não a conhecemos sequer profundamente. A solução mais adequada será assumir plenamente a dificuldade, em todas as suas vertentes, encara-la com um sorriso de aceitação, acolhe-la como se fosse um velho amigo e lidar com ela com naturalidade, sem a tentar enfrentar, esconder ou disfarçar. Sabe tão bem ser autêntico e deixar que essa autenticidade se exprima suavemente, sem confrontos, sem resistências desnecessárias, sem amputações ou separações inúteis. Somos um todo imperfeito! S...

Ano novo lunar

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Feliz ano novo lunar! Iniciou-se hoje às zero horas, o ano novo que no povo do oriente que segue o calendário chinês comemora. O calendário chinês é um dos mais antigos registos cronológicos de que se tem conhecimento na história, utiliza tanto do Sol como a lua para contar os ciclos da natureza. Foi a partir deste calendário que surgiu o horóscopo chinês. Doze signos distribuídos por doze anos. Este ano estamos sob o signo do Boi de Metal. O meu Boi de Metal é a minha bicicleta, que tem o guiador que parecem as hastes do touro, é feita de ligas metálicas, tem a força que eu lhe imprimo, a fúria que eu lhe atribuo, a resistência e persistência de um animal possante e ainda a alegria da liberdade do campo vasto para relaxar e espairecer. Cada um encontrará o seu boi ou touro ou búfalo como regente deste novo ano. Para todos nós poderão ser as características deste animal a pontuar os acontecimentos da nossa vida ao longo deste ano lunar. Lua a lua, sol a sol, ciclo de natureza em ciclo ...

Fenómenos do Entroncamento

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Carneiros com quatro cornos, abóboras de 60 kg ou a raposa que mordeu o caçador. Foi Eduardo Brito, um funcionário da CP, com arte para o jornalismo, que divulgou as notícias mais bizarras em jornais. "Não há dinheiro que pague o melro branco… do Entroncamento." A notícia publicada no fim dos anos 50, na primeira página do Diário Popular, contava o interesse por uma ave bizarra encontrada a viver numa quinta próxima da então vila do Entroncamento. Ora tendo os melros, por natureza, plumagem preta (os machos), e castanha (as fêmeas), a notícia de um melro branco causou espanto no País. Tanto que, uns meses depois da revelação, o jornalista Eduardo Brito, que escrevera sobre o insólito, revelava no mesmo jornal que um colecionador oferecera cinco contos (o equivalente hoje a cerca de 2.200 euros) pela ave albina, por "ser única na ‘família’ dos melros que existe no mundo", lê-se no diário. No entanto, a proprietária do melro, D. Maria Ferré, recusou e avisou que ...

Sati palavra originária do Páli

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O páli é uma língua litúrgica utilizada na escola Teravada do budismo. Pertence ao tronco linguístico indo-europeu. É uma língua antiga indiana, próxima daquela falada pelo Buddha. Sati significa atenção plena ou mindfulness. Fazer uma pausa para meditar ao longo do dia oferece muitos benefícios é um presente no nosso presente. A sugestão de hoje será associar breves minutos de pausa meditativa a uma auto massagem "do-in", palavra de origem japonesa que significa literalmente "o caminho de casa", sendo a "casa" uma metáfora para o corpo humano saudável.

Matilde II consorte de Afonso III de Portugal

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Matilde II de Bolonha ou Matilde de Dammartin (em francês: Mathilde de Boulogne ou Mahaut de Boulogne ; 1202-1258 ) foi uma nobre francesa, condessa de Bolonha, Mortain, Aumale e Dammartin de 1216 a 1260 e rainha consorte de Portugal de 1248 a 1253 (cinco anos). Dammartin Filha do conde Reinaldo de Dammartin e da condessa Ida, Condessa de Bolonha, Matilde herdou os condados dos pais, uma vez que estes não tiveram filho varão que lhes sucedesse. Em 1218, tinha a Matilde 16 anos, o seu pai casou-a com Filipe Hurepel (filho do rei de França). Deste casamento nasceram: Joana em 1219 e Alberico em 1222. Filipe Hurepel assumiu o controlo do condado de Bolonha fez restaurações e melhorias às fortificações de Bolonha-sobre-o-Mar e outras praças fortes do condado, mas morreu em 1234, tinha a Matilde 32 anos. palácio de Bolonha sobre-o-mar Na altura, D. Branca de Castela rainha consorte e víuva do Rei de França, arranjou uma armadilha para Matilde, com o intuito de a retirar do Condado de Bol...

Terapias Alternativas - Homeopatia

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"Homeopatia (do grego hómoios + páthos = "semelhante" + "doença") é uma forma de terapia alternativa pseudocientífica, iniciada pelo alemão Samuel Hahnemann (1755-1843) em 1796. Baseia-se no princípio similia similibus curantur (do latim: "semelhante pelo semelhante se cura"), ou seja, o suposto tratamento se dá a partir da diluição e dinamização da mesma substância que produz o sintoma num indivíduo saudável" ( in wikipédia ). A homeopatia parte do principio que os sintomas são uma reação do nosso corpo à doença. A doença por sua vez é uma perturbação de uma energia vital. A energia vital é uma força interna, responsável pelo equilíbrio e manutenção da vida. Provém do ar, da água, dos alimentos e do sol, sendo que o estado de saúde depende desta energia. A homeopatia procura o restabelecimento do equilíbrio. O processo homeopático consiste em fornecer a um paciente sintomático doses extremamente diluídas de compostos que são tidos como causa...

Massa mãe

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Massa mãe é aquela que com muita paciência e alguma ciência se faz e mantém em casa. É uma massa azeda, aos sentidos (cheira a azedo, sabe a azedo, parece azedo), mas a fervilhar de leveduras e vida bacteriana. São estes compostos (leveduras e bactérias) que, com o tempo, o tempo da fermentação do pão, umas generosas seis a oito horas (da noite para a manhã, será o ideal), dizia eu, que com o tempo, quebram as cadeias de glúten das farinhas usadas para fazer o pão, permitem que ele cresça, tornam-no mais digerível e fresco por mais tempo.  Para obter a primeira dose de massa mãe são precisos pelo menos 5 dias de um procedimento que se repete todos os dias. Num frasco de vidro acrescenta-se água e farinha em proporções semelhantes, mexe-se e guarda-se em local seco, à temperatura ambiente. O recipiente não deverá ficar completamente fechado, mantendo-se assim durante 24h, findas as quais o procedimento se repete. Após a obtenção da massa mãe, poderá ser retirada metade para a produção d...

Terapias Alternativas - Osteopatia

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Osteopatia , do grego osteon , "osso" e pathos , "doença", é uma prática de medicina alternativa, que consiste na utilização de técnicas de mobilização e manipulação articular, bem como manipulação de tecidos moles. De acordo com os osteopatas creem estes procedimentos ajudam o corpo a reequilibrar-se e a curar-se sozinho. Foi um americano que em 1874 criou o que viria a  ser a osteopatia Andrew Taylor Still No seu livro Filosofia da Osteopatia , Andrew Still enumera os quatro grandes princípios sobre os quais repousa a filosofia osteopática : 1. A estrutura determina a função O Ser Humano é um todo indivisível. Suas estruturas são as diferentes partes de seu corpo (ossos, músculos, pele, glândulas etc.) e a função é a atividade de cada uma das partes (respiratória, cardíaca, digestiva etc.). Todas as partes do corpo tem uma relação entre estrutura e função. Para Still, se a estrutura está em harmonia, não pode haver doença. Toda doença tem origem num distúrbio na ...

Casamentos e nascimentos

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Estes primeiros dias de Fevereiro são propícios a casamentos, pelo menos na minha tradição familiar. Os meus avós maternos, os meus pais e o meu irmão casaram por estes dias. Dias estes que se juntam à festa do Carnaval. E sim, pode ter sido por motivos religiosos, pois logo a seguir ao Carnaval chega a quarta feira de cinzas e o tempo da quaresma. Este tempo de quaresma, é um tempo de recolhimento, de observação, de reflexão e de perdão. É um tempo que se quer para purificação do corpo e da alma, e é nesse sentido que na quaresma se promove a renúncia a tudo o que seja poluente, corrosivo, destrutivo. A quaresma que se iniciou o ano passado ainda não terminou, não chegou a Páscoa, nem o Natal, nem o Ano Novo, toda a nossa vida continua suspensa, interrompida, aguardando. Atualmente vivemos uma prolongada quaresma, designada com outras palavras, tais como quarentena, confinamento ou isolamento profilático. E, se estamos a viver esta quaresma prolongada, então aproveitemos para fazer o ...

Cada refeição, uma dádiva

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Cada momento em que nos alimentamos, se não o fizermos com leviandade, ou seja se estivermos conscientes, quando, perante os alimentos, do tempo e trabalho que foram necessários, do carinho e da dedicação que estão contidos naquela refeição, então, estaremos mais preparados não, para deglutir, mas sim para apreciar verdadeiramente os alimentos. Nutrir o corpo, que agradece e alimentar a mente que ficará muito mais satisfeita. Gosto de me surpreender a cada refeição, não gosto muito de repetir receitas nem escolher os mesmos alimentos sucessivamente. Gosto de diversificar consoante a época do ano e de inovar com alguma regularidade. Costumo decidir a ementa da semana, com base nestes critérios: variedade, disponibilidade dos alimentos, inovação e, sobretudo, alimentos que me permitam confecionar refeições saudáveis, naturais e equilibradas. Por vezes, a imaginação, para criar estas ementas parece não surgir, sobretudo agora, que em que em vez de uma, tenho de pensar em duas refeições pr...

Estar comigo

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Ironicamente, nestes dias de confinamento obrigatório, tenho tido muito pouco tempo para estar a sós comigo e, isso tem-me feito falta, a mim e às minhas relações. Ficar a sós connosco significa, por momentos significativos para cada um de nós, sentirmos que somos "donos do nosso tempo". Nunca somos, mas por vezes conseguimos criar essa ilusão. Como? Decidindo o que fazer, só porque nos apetece. Só porque sim, sem seguir uma ordem ou uma lista de prioridades. Decidir fazer aquelas coisas que só se fazem quando não há mais nada para fazer. Ou ficar apenas a contemplar, sem estar a perspetivar ou a pensar já no compromisso que agendamos e que se aproxima na vertigem do tempo. O tempo para estarmos sós está a escassear e é esse o tempo que nos parece mais longo, que por vezes parece que não passa tão depressa. O tempo do encontro apenas connosco.  Neste momento parece um luxo, fora do alcance de muitos. Podíamos pensar em tirar uns dias para ir de férias. Sair do local habitual,...

Um por todos todos por um

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É o lema dos três mosqueteiros e significa literalmente que se trabalharmos no sentido de fortalecermos a posição do nosso companheiro de trabalho, de casa, de equipa, estamos a fazê-lo a nós.