Mala lúdica, caixa do tempo e baús de recordações

São objetos muito interativos, com excelentes resultados em processos terapêuticos, de auto-conhecimento e desenvolvimento pessoal.


Não precisam de ser comprados, basta serem resgatados das (in)utilidades do nosso quotidiano. Quando o fazemos, reutilizamos materiais, interagimos com os materiais e criamos memórias sensoriais.


E que melhor forma haverá para crescer e desenvolver, se não a aprendizagem prática, interativa, co-construida?


Transmitir conhecimentos através de experiências em vez de conhecimentos através da teoria, estes últimos que rapidamente chegam e rapidamente partem da nossa estrutura cognitiva.


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Para guardarmos melhor experiências, essas terão de ser consolidadas, ou seja, terão de ser aquilo que realmente são: experienciais, físicas, envolvendo todos os sentidos e toda a atenção.


E, para guardarmos boas experiências, aquelas que nos trazem felicidade, então toda a atenção e todos os sentidos deverão estar focados no que é divertido, no que nos faz rir e nos faz sentir bem.


Este deverá ser o script dos momentos passados em família, a nutrir o crescimento dos filhos, ou a alimentar o desenvolvimento humano. E o script dos momentos terapêuticos, passados com o terapeuta, que imprime movimento, ação, de forma positiva, a quem o procura para evoluir para um estádio de maior aceitação, de maior paz interior, de maior plenitude de vida.


As caixas lúdicas, são caixas com objetos diversos, consoante os interesses e as idades.


As caixas do tempo são caixas com cartões ou desafios que nos oferecem o mote para uma experiência física - do papel para a construção de uma experiência individual ou partilhada - mas que visa introduzir no nosso tempo uma big rock (que se adia) e nos faz tão bem.


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Os baús de recordações encontram-se no sótão (de quem tem sótão) neles estão as roupas usadas naquele dia especial, os sapatos que adorámos, o chapéu e outros acessórios que pontuam uma moda e uma época. Nesse baú também se podem encontrar souvenires de viagens e consequentemente testemunhos de outras culturas, que só fazem sentido para fantasiarmos o que poderá ser ser-se outra pessoa, viver noutros locais e estar exposto a diferentes conceitos sobre o que é a vida.


Tudo isto contribui para o nosso desenvolvimento e para uma melhor experiência do que é ser-se HUMANO


 


 

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