Arrumar, um compartimento de cada vez...

...a pouco e pouco, que é melhor do que nada. Em cada dia, que surgir a vontade, focamos a nossa atenção num espaço, num local, num armário ou numa gaveta e repensamo-lo. Ao agir assim com as coisas e objetos que conseguimos tocar, sugerimos ao nosso cérebro o que fazer também aos seus compartimentos cheios de pensamentos e memórias. Vamos começar?


Comecei pelo armário das tijelas. Encontrei uma porção de tijelas, mais do que as necessárias para o uso diário, todas mal encaixadas e algumas com pouca apresentação. Retirei tudo limpei, lavei e esperei (este tempo de espera é muito importante, normalmente sou um pouco impaciente mas também noto quão bom e prudente é deixar passar algum tempo sobre o assunto). Cá fora, observei e avaliei as tijelas. Que outras funções poderia dar às que estavam menos apresentáveis? De que forma poderia emparelhar as que sobravam? Cheguei a um conjunto de 14 tijelas, que posso ir variando dia a dia. Rejeitei três, duas das quais irão ser um ótimo suporte para a televisão e outra irá embelezar a bancada com uma suculenta. Pensando bem no resultado desta arrumação as tijelas rejeitadas são agora mais úteis do que as que estão arrumadas no armário aguardando a sua vez de irem para a mesa. 


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Que pensamento poderei tirar daqui? Que, aquilo que guardamos e que parece que já não nos serve, que já é muito antigo; arrumado de outra forma poderá ser-nos bastante útil ou ajudar a embelezar a nossa personalidade?!


 

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