Sábado de manhã - ir à praça!

Queres ir comigo à praça? Era assim que começavam as minhas manhãs de sábado. Rapidamente me preparava para ir à praça com a minha mãe. Ir à praça significava pegar no cesto de verga:


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e ir ao encontro dos cheiros e dos sons de uma praça. Uma praça está cheia de vida. Uma praça está cheia de cores e movimento. As pessoas cumprimentam-se, param para trocar algumas palavras, perguntam preços e vão enchendo os seus cestos, cabazes, sacos, carrinhos (o que lhes der mais jeito).


Compra-se pão fresquinho, queijo e fiambre, legumes, frutas e leguminosas e, no final, ainda dá para passar pelas roupas e pelas flores. Volta-se para casa de cesto repleto de histórias, de emoções e verdadeiros alimentos para o corpo e para a alma. Arrumar as compras, é incluir o que trazemos na nossa vida é saber que durante a semana iremos ter a oportunidade de saborear de confecionar todos os pequenos tesouros que trouxemos no cesto.


São tesouros, o que hoje em dia eu encontro na Biocoop (a minha nova praça) https://www.facebook.com/biocooplisboa/. O sabor dos alimentos, recordam-me o sabor original que encontrava nas frutas e legumes da praça de há 30 anos, altura em que a produção era naturalmente biológica, em que comprávamos biológico e nem tinhamos disso noção, pois o conceito ainda não se opunha ao modo de produção mecanizado e adulterado que atualmente se usa para gerar lucros. Na Biocoop compro com confiança e como com muito agrado e respeito tudo o que de lá trago. Consumir com respeito significa não desperdiçar, confecionar com amor e saborear com toda a calma e prazer que aqueles tesouros merecem.   


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