Método ciêntifico
Sempre gostei de aplicar a ciência no meu quotidiano. Uso-a até (e sobretudo) para ser preguiçosa e poder optar por fazer as coisas de forma mais fácil, ou que as coisas se façam sem a minha intervenção. Adoro a ciência ao serviço do bem maior e ao serviço do que é mais simples. Gostaria que a ciência estivesse mais evoluída no que se refere ao engomar da roupa ou até mesmo ao fabrico de qualquer roupa que não se amarrota-se.
Hoje a minha avó Lucinda faria 119 anos, pouco provável de estar viva a esta data, mas permanece viva, no seu jeito e no seu sorriso, pelo menos em mim. Nunca a vi passar a ferro, salvo umas ténues recordações de se terem colocado umas brasas num ferro de carvão e se ter usado uma mesa (algo que ainda me surpreendeu mais) para passar a ferro. Depois, os tempos modernizaram-se e a minha avó nunca quis aprender a trabalhar com o ferro elétrico, muito menos no ferro a vapor que surgiu quase logo a seguir... pareciam instrumentos demasiado perigosos. E são! Perigosos a todos os níveis, podem causar queimaduras em quem o usa e nas roupas, consomem imensa eletricidade fazendo aumentar o consumo e a poluição ambiental, exigem, ainda hoje, infelizmente, que estejamos de pé, preferencialmente e durante um belo par de horas se formos a passar todas as calças, camisas e camisolas de uma semana de trabalho, vincando a desigualdade social entre o papel feminino e o papel masculino na sociedade familiar. A mulher, sempre com o seu instinto mais protetor, chama a si essa desagradável tarefa e oferece à sua família o toque e o cheiro de uma roupa engomada... as mulheres são fantásticas... Mas talvez ainda mais fantástico seja não ser preciso ser fantástico com o ferro de engomar... como dizia um cientista célebre
“O fim da ciência não é abrir a porta ao saber eterno, mas sim colocar limites ao erro eterno”. Galileu
Coloquemos pois limites ao uso que fazemos do ainda arcaico ferro de engomar...
Moldávia
Um país do Leste Europeu e antiga república soviética, tem vários tipos de relevo, como florestas, colinas rochosas e vinícolas. Entre suas regiões vinícolas estão Nistreană, conhecida pelos vinhos tintos, e Codru, que abriga algumas das maiores adegas do mundo. A capital Chisinau tem arquitetura em estilo soviético e o Museu Nacional de História, que expõe coleções de arte e etnográficas que refletem os laços culturais com a vizinha Romênia.
Moldávia é considerado o país mais pobre da europa, Os saãrios são muito baixos e o custo de vida idêntico ao dos outros países europeus, por isso os Móldavos emigram para Portugal, Espanha, Itália, Reinoi Unido, procurando salários melhores, dinheiro que enviam para a sua família, Nas ruas das aldeias quase não se vê ninguém com idade compreendida entre os 25 e os 50 anos.

In Moldavia, apricots bloom. by Nicolai Ostapenco
"Zama" ou "Zeama"
sopa de frango leve com massas caseiras e ervas. A peculiaridade de Zama está no seu sabor salgado que aparece por causa do kvass de farelo. Algumas donas de casa substituem o kvass pelo sumo de limão porque a Zama deve ser azeda!
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