Calendários e agendas, diários e planificadores

Todos estes instrumentos, antes exclusivamente em papel e agora também em formato digital, são auxiliares na gestão do nosso precioso tempo. Quando chegamos ao final de um ciclo, começamos a pensar no próximo, e a pensar: onde iremos registar o que não nos queremos esquecer de fazer? E onde iremos registar o que já fizemos e que resultados obtivemos com os planos que concretizamos e com os planos que alteramos?


Ter uma agenda, novinha em folha, é motivo de esperança, de expetativa. Como será que a iremos preencher? Como iremos viver todos aqueles dias que agora se encontram em branco?


Um de cada vez, claro está!


Mas a questão que aqui se coloca será: vou colocar no futuro algo para o qual me irei preparar com algum método? Ou simplesmente vou deixar os dias chegarem e vive-los ao sabor do vento e da maré, sem qualquer preparação prévia para os acontecimentos?


Ser "escravo" do tempo é ficar demasiado preso a agendas, compromissos com hora marcada, demasiado preso ao relógio, cumprindo horas ao segundo. 


Os escravos do tempo usam e abusam das agendas, estão presentes, devidamente preparados e dão, a falsa, impressão de que controlam tudo, até parece que também controlam o tempo... esse grande indomável que nos escapa por entre os dedos e não se permite controlar, por mais agendas e calendários que usemos.


Os escravos do tempo também se conseguem (des)aguilhonar da sua agenda e sentirem fortemente a sensação de liberdade.


Quanto mais apertada foi a rede do compromisso, mais forte é a sensação de libertação.


E, sem relógio, sem compromissos, sem planos vivem os dias de férias.


Férias do ter-de-ser, ter-de- fazer, ter-de-estar, para simplesmente deixar-ser, deixar-acontecer, deixar-se-ficar. 


E esta dualidade é tão gratificante quanto mais distantes estiverem estas dimensões uma da outra.


As agendas são importantes, são bússolas que nos ajudam a gerir o nosso tempo ajudam a dar-lhe significado, conteúdo e realizações. Até são importantes para vivermos melhor o tempo em que não ligamos nenhuma à agenda e nos desligamos da nossa torre de controlo onde tentamos controlar o incontrolável tempo.


Bons agendamentos!


Cazaquistão


O Cazaquistão é um país da Ásia Central com uma pequena parte a oeste do rio Urais. O rio Urai nasce nos montes Urais e desagua no Mar Cáspio, o seu leito é uma das linhas de fronteira entre os dois continentes. Cazaquistão é por isso um país transcontinental, como a Rússia e a Turquia.


Estende-se do Mar Cáspio, a oeste, até as montanhas de Altai, na fronteira leste com a China e a Rússia. A maior cidade, Almaty, é um tradicional centro de comércio, cujos principais monumentos são a Catedral da Ascensão, igreja ortodoxa russa da era czarista, e o Museu do Cazaquistão, que exibe milhares de artefactos.


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Samsa


Trata-se de uma massa folhada com carne, comummente de forma triangular. Encontra-se em qualquer cafeteria à beira da estrada, nos mercados, em restaurantes sendo muito tradicional.


 

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