Coragem de errar.

O tempo e o trabalho que se investem em cada ação que desenvolvemos revela o empenho, o brio e a dedicação que colocamos na mais pequena e insignificante substância que tentamos transformar.


Somos aprendizes de feiticeiros a vida inteira, em tudo o que fazemos podemos sempre melhorar, e tudo o que queremos melhorar só conseguiremos se voltarmos a fazer, se voltarmos a errar. Cada tentativa permite-nos o maior entendimento, a correção do pensamento e do gesto e ainda a aproximação de um resultado cada vez mais perfeito, cada vez mais recompensador.


Quanto mais erros fizermos, melhor aprenderemos, mais memórias guardaremos de termos errado e superado o erro, mais estórias teremos para contar dos nosso feitos e epopeias.


Quantas mais vezes nos expusermos a momentos de aprendizagem ativa, prática, mais experiências iremos colecionar, mais ricos iremos ficar, mais vezes iremos errar, mais histórias de superação iremos contar e mais felizes iremos ser, mesmo quando tivermos de abrandar na velocidade do aprender.


Sem medo de errar, porque, medo e errar, são duas palavras que não deveriam andar juntas, procuremos a coragem de errar dentro de nós. Ter coragem para errar é muito mais empreendedor, pois significa coragem de ir, colocar mãos-à-obra, colocar alma e coração em algo que se constrói, seja essa construção física ou emocional.


Age, Vive, Sê Feliz!


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Apetece-me partir à aventura. A minha casa é pequena para tanta curiosidade. Não consigo comportar nos meus limites toda a ânsia de ir e ver mais longe.


O que estará para lá da minha cozinha?


Enquanto não descubro, partilho aqui o menu da susana ilustrado, tal qual aconteceu. Já em fuga ao pré-programado, mas ancorado nessa prévia programação.


Pequeno almoço: fatia de pão de aveia e alfarroba, clara de ovo com sementes de cânhamo, fruta (abacaxi, abacate e tangerina) polvilhada de canela com umas gotas de limão. Acompanha com uma grande xícara de chá.


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Almoço: novamente os deliciosos pasteis de bacalhau grão e cenoura no forno. Ficaram mesmo surpreendentemente excelentes, acompanhados de massa fusilli e brócolos.


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Lanche divinal: bebida de arroz, bem quentinha, com uma pequena colher da café solúvel e um bolo "do caneco" ainda morninho, com sabor a gengibre, limão e canela, ao centro um quadradinho de cacau derretido.


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Jantar: Pangasius no forno com batatinha às rodelas tudo temperado com azeite, sal, pimenta e vinagre balsâmico. O peixe ficou tenro e suculento.


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