Falando em esperanto enquanto se toma um chá

Ludwik Lejzer Zamenhof, oftalmologista polaco, inventor do esperanto. O esperanto pretendia ser uma língua auxiliar neutra que permitisse a todos os povos, uma língua em comum, uma base de entendimento. Tratar-se de uma língua simplificada, seguindo apenas 16 regras gramaticais, sem variação em género, com apenas 3 tempos verbais: passado, presente, futuro. Foi inventada na esperança de um entendimento global, em que a língua deixaria de ser uma barreira.


A ideia é de louvar, mas não vingou, a não ser que se considere cada vez mais o inglês como o esperanto atual. O Inglês também é uma língua com regras gramaticais mais simples e que parece explicar melhor alguns conceitos, tanto assim é que algumas pessoas usam as expressões em inglês para se referirem a determinados conceitos, demonstrando alguma dificuldade em encontrar o seu equivalente na sua língua materna. Ainda assim considero que encontrar-se um língua em comum uma plataforma comum de comunicação não é suficiente para entendimento entre os diferentes povos, culturas, indivíduos pois porque atrás de uma palavra esconde-se um significado e esse é diferente para cada um.


E esta será uma conversa para, tranquilamente acompanhar um chá, bem quentinho que se saboreia, lentamente. Chá esse que vai aquecendo as mãos e o coração.


Chamo (vulgarmente e erradamente) chá a toda a água quente com um sabor, bem sei que chá é uma coisa e infusão é outra mas, o principio de água quente mais sabor, fazem-me incluir ambos no mesmo saquinho de chá!


Gosto de experimentar e de me surpreender com os diferentes aromas e sabores, gosto do quente e do tempo que se demora a beber um chá, gosto da companhia e de o acompanhar, com um bolinho seco.


E tu, como gostas do teu chá?


Chipre


A República de Chipre ocupa a parte sul da ilha de Chipre, na região leste do Mediterrâneo. A ilha, assim como a capital Nicósia, é dividida com a Turquia, ao norte. Conhecido pelas praias, o país tem também um interior de relevo acidentado, com regiões vinícolas. A cidade costeira de Pafos é famosa por ser um local arqueológico relacionado com o culto de Afrodite, onde se encontram ruínas de palácios, túmulos e casas apalaçadas repletas de mosaicos.


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Cristopsomo


Pão de Natal



  • 3 colheres de sopa fermento em pó para sopa

  • 1/2 xícaras água morna

  • 1 e 1/2 xícaras açúcar

  • 8 xícaras farinha de trigo

  • Sal

  • 5 ovos

  • 1 e 1/2 xícaras leite

  • 1 colher de chá essência de baunilha

  • 200 g manteiga sem sal

  • 1 xícara amêndoas torradas e picadas

  • 1/2 xícara de passas de uva

  •  1 colher de raspa de limão


 


Misture o fermento, água morna, 1 colher de chá de açúcar, 2 colheres de sopa de farinha de trigo e 1/2 colher de chá de sal numa tigela. Deixe descansar por aproximadamente 20 minutos. Numa outra tigela, bata os 4 ovos, 1 1/2 xícara de açúcar, 1 colher de chá de sal e o leite. Depois de bem misturado, acrescente a mistura que estava descansando e bata muito bem. Adicione 3 xícaras de farinha de trigo e a essência de baunilha. Derreta a manteiga e acrescente à massa, juntamente com as amêndoas, passa e raspas de limão. Continue adicionando a farinha de trigo e trabalhando a massa até que ela fique bem elástica. Quando a massa estiver suficientemente trabalhada, transfira-a para uma tigela funda e cubra-a com uma folha de plástico: até que ela dobre de volume.


Quando a massa estiver no ponto, separe-a em três partes e modele-a sob a forma de trança ou siga o modelo tradicional, uma bola grande de massa com faixas de massa que formam uma cruz. Coloque num tabuleiro e deixe-a descansar coberta por mais 30 minutos. Coza no forno pré-aquecido a 180Cº por 30 minutos.

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