Somos escravos quando nos deixamos aprisionar

pelos deveres e obrigações que nos impõem e sobretudo pelas auto-impostas. Vivemos atualmente num país supostamente livre, no entanto somos agora mais controláveis e controlados do que outrora, e deixamos que isso aconteça voluntariamente e ainda com algum gosto. Pois é refiro-me aos telemóveis que nos localizam a todo o momento e às aplicações das redes sociais nas quais damos conta de momentos da nossa vida, e ainda aos cartões multibanco e outros que acumulam numa imensa base de dados todos os movimentos e compras que fazemos, na farmácia, no supermercado. Com todos os dados que disponibilizamos nas mais diversas plataformas digitais, só não somos mais controlados se não houver interesse nisso. A nossa liberdade é cada vez mais restrita e fica a dever-se cada vez mais ao desinteresse da nossa trivial vida. Quanto menos interessantes formos mais livres seremos. 


Mas quem é quer ser desinteressante para o mundo inteiro? Pelo menos para algum grupo de pessoas mais chegadas nós queremos ter alguma importância e a forma mais fácil de comunicarmos com elas será através das redes sociais. Aprisionamos-nos voluntariamente a uma nova rede digital a world wide web que captura todo o peixe, o miúdo e o graúdo e tornamos-nos escravos de sorriso no rosto para a selfie que se publica numa qualquer nuvem desconhecida.


Somos os novos escravos de ideias e ideais que nos invadem por todo o lado mas principalmente por um pequeno equipamento que cabe na palma da nossa mão. Quando nos queremos lembrar de algo, saber algo, tirar uma dúvida, relembrar um dia, distrairmo-nos, viajarmos, começamos logo por baixar os olhos e procurar tudo nesse tal equipamento.


Será que é lá que encontramos a liberdade, a amizade, o amor?


Islândia


A Islândia, país insular nórdico, tem uma paisagem exuberante, com vulcões, geiseres, fontes termais e campos de lava. A maioria da população vive na capital, Reykjavik, abastecida por energia geotérmica e sede dos museus Nacional e Saga, que traçam a história viking da Islândia.


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Sempre disse que descendia do povo viking, pelas minhas características físicas e emocionais - a força de espírito do povo guerreiro - e agora pelo facto de ser THORvc.


A culinária da Islândia é baseada no peixe, na carne de carneiro, e nos produtos lácteos, podendo ser notada uma influência dinamarquesa e norueguesa. Um dos pratos mais populares é o


Þorramatur


feito com a cabeça da ovelha e outras partes do animal. Rude!

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