Voluntário à força!
É uma expressão que nos remete logo para o serviço militar. Ninguém quer ir, mas por vezes as circunstâncias da vida não oferecem outra hipótese e somos empurrados como voluntários para algo que não queremos.
Não querer à partida, não significa, não aprender a querer e a gostar, não significa ficar eternamente contrariado e mal disposto, não querer à partida, poderá significar um começo mais difícil, mas o desenvolvimento e o fim não se determinam pelo estado de espírito à partida. Quantas vezes sucede o contrário? Lançamo-nos cheios de entusiasmo, voluntariosos e depois, tanto o desenvolvimento como o desfecho deixam-nos um sabor amargo, não complementam o estado de espírito inicial.
Ser voluntário, não deve ser confundido com a prestação de um serviço regular e necessário, a uma instituição, de forma gratuita.
Se há necessidade e se há mão de obra e se existem recompensas para quem trabalha e, até se se estabelece um vínculo em suporte papel, digital, ou outro, como voluntário, a situação não se deverá prolongar no tempo sem ser estabelecida uma recompensa, mesmo que esta dependa do resultado do trabalho prestado. Quem se esforça deve ser sempre recompensado, agraciado, reforçado na medida do seu esforço e trabalho produzido. Entra aqui a subjetividade da recompensa, que, ainda que seja mínima, deve existir.
Pedir ajuda e dar ajuda são formas maravilhosas de sermos humanos. Quem pede coloca-se numa situação de humildade e alguma vulnerabilidade (poderá ter de lidar com um não), quem dá, concede, um pouco do seu tempo e talento ao outro, sai valorizado e reforçado pois consegue ajudar na concretização de uma tarefa para a qual o outro precisa de ajuda. Contudo, precisar de ajuda não é: "então tu fazes isto e eu descanso". Quem precisa de ajuda mantém-se ao lado e a colaborar com quem está a ajudar, pois a relação de interajuda é circular e não linear. E é na ajuda recíproca que nasce a colaboração e se vai mais longe na humanidade.
Grécia
A Grécia é um país do sudeste da Europa com milhares de ilhas espalhadas pelos mares Egeu e Jónico. Bastante influente na antiguidade, a nação é considerada o berço da civilização ocidental. Atenas, sua capital, conserva monumentos como a Acrópole, do século V a.C., onde fica o templo Partenon. A Grécia também é conhecida por suas praias, como Santorini, com suas areias escuras, e os festivos complexos hoteleiros de Míconos.

POLVO
A Grécia é reconhecida por ter o melhor polvo do mundo. A presença abundante do molusco transformou os Gregos em mestres da pesca ou caça ao polvo.
um polvo
pimenta
2 cebolas
2 dentes de alho
Azeite q.b.
1 ramo de salda
Preparação
1. Coza o Polvo, escorra, separe os tentáculos e tempere com pimenta preta moída na hora, as cebolas e os dentes de alho picados e azeite. Deixe repousar por 5 a 10 min.
2. A seguir, escorra o Polvo dos temperos e grelhe numa frigideira-grelha ou numa chapa antiaderente bem quente, untada com azeite, até ficar dourado em todos os lados.
3. Sirva com a cebola e o alho picados e salsa picada em abundância, regado com azeite.
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