Dulce de Aragão
Continuamos na revisão de História de Portugal com fofoquices pelo meio, já desatualizadas, mas sempre na moda?
Do casamento do primeiro rei de Portugal D. Afonso Henriques com Mafalda de Saboia (nome de Mathilde de Savoie aportuguesado) nasceu (entre outros filhos) D. Sancho I que sucedeu o seu pai.
D. Sancho (o povoador) casou com uma Infanta Aragonesa (Aragão situava-se no espaço que é agora ocupado por Barcelona) de nome Dulce.

Dulce Casou com 14 anos e reinou em Portugal durante 13 anos, de 1185 a 1198. E, tal como a sua antecessora, foi até morrer, e no final de ter tido onze filhos!

Dulce, com o seu próprio nome sugere era formosa e excelente senhora, tranquilla e modesta.
A infanta Dulce foi usada como moeda de troca para selar uma aliança que serviu para fortalecer o novo reino de Portugal e "constituía uma boa defesa contra a tendência expansiva do reino e Castela", uma vez que Aragão sempre foi inimigo de Castela, o que significava, na prática, que Castela ficava assim rodeada de dois reinos que iriam juntos impedir o seu crescimento (Portugal e Aragão).
A jovem Dulce cumpriu o papel esperado dela como esposa e mãe de uma vasta prole. Foram-lhe doados terras e rendimentos de Alenquer, tendo sido, de facto, senhora de Alenquer.

Consta que Dulce terá morrido de peste (os antigos vírus que assolavam os povos e os matavam tal qual como os de agora). Morreu pouco tempo depois do nascimento das suas últimas filhas, Branca e Berengária, que poderiam ser gémeas.
Deixou como sucessor ao Reinado de Sancho I o seu filho D. Afonso II de Portugal.
E a história continua!
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