Fazer das fraquezas, forças!

Saber fazer das fraquezas forças.


É tão importante hoje, dia internacional da felicidade, como em qualquer outro dia


"O Dia Internacional da Felicidade é comemorado a 20 de março evisa promover a felicidade das pessoas e mostrar como esse sentimento é fundamental para o bem estar das nações".


Há quem crie Institutos de investigação da felicidade, patrocinados pela Coca-cola, há quem crie o Happiness Research Institute na Dinamarca há quem se dedique de corpo e alma a uma pós graduação em Psicologia Positiva Aplicada do ISCSP da Univ. de Lisboa. E, a propósito, deste propósito, poderemos assistir hoje a um evento online às 17:30. Preço: grátis, para conversarmos sobre felicidade, bem-estar, alegria, florescimento. Serão apresentados projetos e ideias que pretendem contribuir para a felicidade e tornar as vidas mais leves.



O Webinar é organizado por professores e alunos da Pós-Graduação em Psicologia Positiva Aplicada - ISCSP ULisboa. Entre nós temos Helena Marujo, coordenadora da Pós-Graduação e catédra da UNESCO pela Paz Global Sustentável.

 


ID da reunião: 844 0356 6570
Senha de acesso: 287147

 

Depois deste importante intervalo no raciocínio, continuo:

E há quem crie departamentos para a felicidade, porta com porta com o departamento financeiro e o departamento de marketing.

Eu diria que, se consseguisemos criar em vez de bolhas ou núcleos, espaços abertos de receção e de difusão de sentimentos, convertíveis ou recicláveis em felicidade isso seria uma excelente ideia. Um departamento sem portas nem paredes, sem patrocínios ou investimentos financeiros... utopia!! Ou limita-mo-nos como sempre o fazemos tão bem?

 

 


Saber canalizar a energia destruidora para a construção, como quem aproveita a erupção de um vulcão para a fertilização dos terrenos, salvaguardando as vidas de pessoas e animais, isso é saber usar a inteligência! (Sem saber ainda, quando falei no vulcão, esta noite na Islândia um vulcão entrou em erupção, a notícia é a  beleza deste fenómeno, não há vidas em perigo e o vulcão está a fazer o que deve fazer, a cumprir o seu propósito, sem prejudicar, pois a sua natureza foi respeitada.


O povo islandês ocupa o segundo lugar no raking dos países mais felizes do mundo. Se somos felizes quando nos respeitamos e consideramos e assumimos como um todo, e, partindo de nós fazemos o mesmo com os outros, então seremos tão ou mais felizes coletivamente quando maior número de nós que individualmente partilhar este conceito de construtores da felicidade.


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Saber aproveitar a nossa preguiça, para nos sentirmos relaxados durante umas horas e após, perante a urgência do tempo que se esgotou, recuperadas as energias, sentirmos o frenesim da necessidade que se impõem de desenvolvermos ações que deixámos para trás enquanto estivemos na preguiça, não é algo a mudar, não é algo negativo, mas sim algo a aceitar e saber aproveitar.


Saber questionar os nossos limites, saber dar a volta ao discurso interior que nos diz... "Ah! Isso não, não me parece viável" e ficarmos por aí, ou seja não procurarmos pelo menos alguma viabilidade, uma pontinha de esperança, uma exceção, algum ajuste, para se ir mais longe, nem que seja só um passo... isso é sobreviver/flutuar à/na vida e não mergulhar nela e nadar na vida!


A recriminação, o recalcamento, a imposição de modos de conduta socialmente corretos a todo o tempo e a toda a hora, cansa, esgota-nos e não nos deixa ser uma parte de nós que também tem a sua função na nossa vida e no mundo.


Não sejamos demasiado rígidos, demasiado exigentes, demasiado severos connosco, em primeiro lugar e logo de seguida com os outros, e conseguiremos desenvolver a tolerância, o sentido de humor, o pensamento positivo e alegre. Aprenderemos a nadar na vida!


Exercício para hoje, para além de assistir ao evento webinar: celebrar o dia da felicidade: escrever, num papelinho, sobre aquela pessoa que nos magoa, nos faz ficar tristes, nos irrita ou nos desespera, três aspetos positivos, sobre a sua forma de ser connosco. Três observações nossas (que, se calhar nos passaram despercebidas, pois o nosso foco já está direcionado para o mau e não para o bom), vamos desafiar-mo-nos e tentar olhar para o outro lado dessa pessoa e ver o lado bom, construtivo. O bem que nos faz essa pessoa! Será que descobrimos?


Sejam felizes, aprendam a ser felizes!


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