«Keep Calm. Stay Wise. Be Kind!»

São os três passos positivos no caminho da felicidade.


E esse caminho é tão belo. Conduz-nos aos outros, às organizações e ao mundo inteiro.


A felicidade não é só para ser estudada, escrita, pensada, falada (num circulo estéril de peritos e amantes da felicidade)... A felicidade é para ser usada, difundida, aplicada em projetos de desenvolvimento humano, em projetos de FLORESCIMENTO HUMANO só porque CHEGOU A PRIMAVERA e nós também podemos florescer, como as plantas ao nosso redor.


Os três passos que nos conduzem a uma maior felicidade e depois a uma maior capacidade de sermos criativos e depois a uma maior capacidade de sermos construtivos e novamente uma maior capacidade de sermos felizes (e assim sucessivamente em ciclos virtuosos) são:


Stay Calm:


A forma mais simples, rápida e biodisponível de promovermos a calma é através da respiração.


Se usarmos a respiração para nos acalmarmos e para nos mantermos calmos estaremos a reforçar o nosso sistema imunitário, a oxigenar melhor as nossas células, a permitir o relaxamento muscular, a melhorar a recuperação de tecidos, a reequilibrar o nosso metabolismo e a redimensionar as nossa emoções.


Depois de contar até dez ou fecharmos os olhos por 15 segundos e após uma inspiração longa e profunda não estaremos já na iminência de uma explosão violenta e irracional de emoções.


Be Wise


Manter a perspetiva sobre o que está a acontecer, ou seja usarmos a nossa sabedoria para observarmos em perspetiva e avaliarmos a situação em toda a sua complexidade. Questionar-mo-nos de falarmos connosco e descobrirmos no nosso diálogo interior o que nos diz o nosso coração e depois, ainda questionarmos os outros e pedir ajuda, perguntar opinião e alargar ainda mais a nossa perspetiva sobre determinada situação que pode ser um erro de interpretação, um enviesamento provocado pelas nossa emoções, é saber Be wise.


Be Kind


Ser bondoso, connosco e com os outros.


Todos sabemos como é sermos bons.


É precisamente o contrário de sermos maus.


E todos sabemos o que fazer para sermos bons... só não o fazemos porque pensamos demasiado, hesitamos no momento de decidir, pensamos e repensamos sobre assuntos que não nos levam a lado nenhum, reprimimos os nosso sentimentos.


Fomos ensinados a reprimir a fúria, o choro, a raiva, a violência, e ironicamente ao mesmo tempo que reprimimos os nossos sentimentos poderosos direcionados no sentido negativo, os sentimentos do polo oposto, os bons, a alegria, o amor, a bondade parece que também ficam solidários com os sentimentos maus e também já não se querem expressar com tanta espontaneidade, com tanta violênci, como se ao reprimirmos uns estamos também a reprimir a expressão dos outros, pois porque muito provavelmente, no centro de produção de emoções não existe diferença entre bom e mau. Provavelmente esse centro de produção de emoções produz emoções sem as classificar, sem as rotular, e ao reprimir umas estamos a reduzir a sua capacidade de produção de toda e qualquer emoção.


E isto quer dizer que: então também teremos de ser agressivos, raivosos, tristes, para podermos ser alegres, confiantes, apaixonados?


Sim! Sem dúvida. Sim!


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Contudo, enquanto seres humanos a florescer para a felicidade, vamos saber reconhecer as emoções quando elas nos assolam com toda a sua força e violência e como já treinamos a calma e a perspetiva iremos ser capazes de em poucos segundos reformularmos a intensidade desses sentimentos em energia criadora em vez de energia destruidora.


Quanto mais treinados estivermos mais rapidamente alteraremos ou reformularemos as nossas fortes emoções e mais rapidamente conseguiremos em vez de partirmos o jarrão, pegar no aspirador e aspirar toda a casa com a energia daquela contrariedade...


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Sejam felizes, pratiquem as emoções!

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