Novo cabaz. o primeiro de Julho
Estamos em plana época estival. Na silly season, estação em que habitualmente as notícias abrandam porque tudo abranda, e vivemos um coletivo "não se passa nada". Desde que o Covid existe sempre se vai passando alguma coisa... a curva da transmissão, o número de internamentos e mortes vai regulando a nossa vida social. Ora podemos andar com um pouco descontraídos como até 2019 andávamos ora temos de pensar a que horas fecham os supermercados, se podemos ir a determinado local ou não, se será seguro aceitar determinados convites que envolvem o contato com pessoas.
Os seres humanos tornaram-se ameaças biológicas andantes. Cada um de nós poderá carregar em si a arma mortífera que é o sars-cov-2, sem que saiba e se este vírus não conduzir à falência de um ser humano, conduzirá à falência de todos os negócios relacionados com pessoas, sobretudo com pessoas juntas... o que significa... quase tudo.
O que podemos fazer separados, como antigamente?
Trabalhar no campo, semear e colher tendo apenas os animais por companhia.
Receber em casa os frutos desse trabalho:

E ir brincando com os alimentos confeccionando receitas que nos enchem de bem-estar e saúde.
Para a semana que vem, com o que chegou no cabaz de verão, vou dar largas a minha imaginação.
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