Quem não vive para servir, não serve para viver. Mahatma Gandhi
Radical este pensamento.
Quem quer viver para servir?
Quem quer viver para ser servido?
Alguém que possa estar num só papel o tempo todo?
Os que servem os outros lamentam-se de quão árduo é servir. Pouco reconhecimento, muitas exigências, mal agradecidos... um desespero que não parece ser recompensado à altura do esforço despendido.
Os outros os que desejam ser servidos querem sentir o poder, o conforto proporcionado por quem os serve, e até o carinho nas ações dos outros, mesmo que para isso tenham de pagar, pouco agradecer e ainda menos retribuir.
Mas, se olharmos melhor vivemos servindo e sendo servidos, numa dialética constante que necessita de uma nova pontuação.
Se retirarmos da condição de servidores: o sofrimento e a dor e se retirarmos da condição de servido o poder e o egoísmo... então encontramos o equilíbrio.
Servindo com respeito e dedicação somos plenos sendo servidos com empatia e retribuindo também.

Hanging laundry-simple joy of taking care of yourself
É assim que se é feliz, servindo e sendo servido, vivendo numa dialética de mútuo respeito e aceitação.
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