Como quebrar o padrão de relações frustrantes

Segundo Bruno Mendo
- Mestre em Psicologia da Saúde e da reabilitação Neuropsicológica pela Universidade
de Aveiro - Licenciado em Psicologia – prémio de melhor licenciatura do Departamento de
Educação e Psicologia da Universidade de Aveiro - Pós-graduação em Medicina Tradicional Chinesa pelo ICBAS, Universidade do Porto
- Hipno terapeuta certificado pela NLP Academy de Londres
- Trainer internacional de Programação Neurolinguística (PNL) certificado pela NLP
Academy e pela IA-NLP - Master Practitioner de PNL certificado pela IA-NLP e pela Society of NLP (SNLP)
- Practitioner de Linguagem Corporal e Micro Expressões Faciais certificado pelo
Instituto Internacional de Linguagem Corporal (In Body Language) - Formador principal de PNL e Hipnose na Simone Volpi Group, Srl, em Itália.
- Business Coach na Simone Volpi Group, Srl, em Itália.
- Co-fundador do Progetto SDEF (primeiro projeto Italiano de educação para a
felicidade). - Life Coach no Centro de Medicina Integrativa Drª Ana Moreira.
- Formador assistente em certificações internacionais do Instituto Internacional de
Programação Neurolinguística (InPNL) e da NLP Academy. - Influenciador digital https://www.instagram.com/drmendo/
Obviamente que Bruno Mendo não é o seu curriculum resumido. Com 14 anos de experiência aliando a curiosidade pelas relações humanas ao questionamento sobre "como posso ajudar" se me solicitarem! Bruno Mendo tem investido na sua carreira fazendo algo que ele gosta de fazer e isso já é só por si inspirador.
Quanto ao conteúdo da palestra, vou centrar-me naquilo que retive e que na minha perspetiva pode ser-me útil para gerir da melhor forma as minhas emoções e consequentemente a forma como me relaciono com os outros.
Dizia um amigo meu, antes da sessão, que o objetivo de vida dele era apenas ser e fazer os outros felizes. Se estiver ao seu alcance porque não usar essa faculdade? Vai-se guardar para quê? Para um tempo em que já não existirá?
De acordo com Bruno Mendo, por vezes criamos padrões que nos trazem muita felicidade seguida de imensa frustração e julgamos sentir amor nesta montanha russa de emoções. E seja o que for o amor (que nunca ninguém definiu de forma única e esclarecida) sente-se o galopar das hormonas, os neurotransmissores bem ativos, sente-se aperto no peito, os intestinos às voltas, a cabeça a mil e tensão nos orgãos sexuais. Chegar ao êxtase de subir até ao planalto lá bem em cima e descer novamente com o prazer de quem se enrola na areia pela duna abaixo e ficar ali na praia, a sentir o sol, o som do mar a paz que chega, até ao momento em que o nosso corpo pede mais e retomamos o processo.
Isto é frustrante? Não sei, pelo menos é cansativo...
Mudar? Criar relações estáveis será o propósito que nos deve guiar?
Não.
O nosso propósito, objetivo de vida é uma construção que também serve para nos frustar.
Se procuramos ajuda, se procuramos algo, o objetivo número um é entender o que procuramos, o que queremos e essa conversa interior só a conseguimos ter em silêncio, treinando a respiração e a meditação.
Se nos queremos entender podemos objetivo número dois criar um guião sobre o que julgamos ser e o que nos faz sentir bem. Sem "lembrar" o futuro, ou seja partir para o futuro de folha vazia.
Se queremos ir a cada momento seguindo um caminho congruente com quem somos, satisfatório, o objetivo número três será parar para refletir e sentir-se grato por cada movimento que foi possível em cada dia.
Cada um destes tês objetivos treina-se.
Com ajuda ou sem, mas sempre com consistência e permanência.
Foi isto que ouvi?
Não.
Foi isto que pensei sendo o que está escrito supra é a minha receita com os ingredientes que tinha disponíveis.
Boa vida!
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